A NAÇÃO PAMPA - 2ª Edição

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A NAÇÃO PAMPA - 2ª Edição
Ref.: ISBN 978-85-66967-43-2 2
R$ 30,00


2ª. edição revista e ampliada

Inclui pronunciamento de abertura do
Primeiro Congresso Internacional da Nação Pampa.
Realizado no ano de 2020

Ficha técnica

Lançamento 2020
Título original A Nação Pampa - 2ª Edição 
   
Formato E-Book
Número de páginas 52
   
   
ISBN ISBN 978-85-66967-43-2
   
Preço R$ 30,00

Ficha técnica e-book

eISBN ISBN 978-85-66967-43-2
Preço R$ 30,00

Conteúdos especiais

 
 
 

Leia um trecho do livro

Introdução

O presente ensaio pretende demonstrar a real existência de uma “Nação” constituída pelo grupo humano identificado como “gaúcho”, habitante de três pátrias, e inscrita na extensão do bioma pampa, ou mais além.
Está amplamente fundamentado nas páginas da obra “Perico – A sociedade rural do Prata e o mundo desenvolvido”, um tratado histórico em três tomos que lhe serve de base e explana singularmente a ação civilizadora na bacia do Rio da Prata, independentemente da língua e da política de fronteiras resultante dos posteriores tratados assinados pelos homens de além-mar, alheios ao seu ambiente.
A identidade dos integrantes dessa Nação se dá pela sobrevivência física e econômica em seu habitat, de forma quase ecológica e calcada em três itens principais. Primeiro temos o aspecto geográfico: estamos circunscritos na área do bioma pampa, abrangendo todo o território da República Oriental do Uruguai, grande parte da República Argentina, e parte do estado do Rio Grande do Sul, em território brasileiro. Em segundo, e bastante evidente, temos o aspecto climático que domina a região de forma muito semelhante durante o ano inteiro, sofrendo de igual forma os mesmos rigores em todas as estações, com sua consequente influência em níveis de precipitação pluviométrica e de temperaturas. O terceiro aspecto diz respeito à atividade econômica, tendo os campos naturais desde o início da colonização da América do Sul, dado condições excepcionais para a exploração pecuária, principal geração de recursos dos gaúchos desde sua origem.
Esses três fatores foram causa e efeito do homem rural da bacia do Rio da Prata apresentar nos países que integram o bioma pampa, uma mesma cultura, numa identidade de costumes, atividades, vestimenta, armas e arreios, e modo de enfrentar os mesmos problemas do cotidiano, o que lhe trouxe, em consequência, uma mesma atitude ética e comportamental, independente da diversidade linguística, que nunca foi empecilho para a convivência dos gaúchos, mesmo quando as fronteiras políticas, negociadas muito depois de consolidada a comunidade pampiana, tentaram barrar seu desejo de ir e vir dentro do seu território original.
Ademais, está o livre arbítrio para decidir ser gaúcho, que os habitantes do pampa sempre foram extremamente democráticos, a ponto de admitir em sua comunidade todas as etnias do planeta, conquanto aceitem dela participar de acordo com o seu modo de vida.
É no seu aspecto comportamental que reside a maior identidade dos gaúchos. É preciso identificar na nossa história as ações administrativas dos governos e as ações particulares dos indivíduos. Os governos muitas vezes fizeram as pessoas pegarem em armas para defender causas que sequer eram suas, enquanto os indivíduos na maioria das vezes conviveram harmoniosamente, com amizade e afeto.
Foto Autor

Peter Wohlleben

Sobre o autor

Nascido na Alemanha, Peter Wohlleben estudou engenharia florestal e trabalhou na comissão nacional de gestão florestal do país.

Depois de algum tempo pediu demissão porque queria pôr em prática suas ideias sobre ecologia. Atualmente gerencia uma floresta explorada com práticas ecologicamente corretas em Hümmel, dá palestras e seminários e escreve livros sobre a natureza.

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